sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Rock in Rio

Não vou ao Rock in Rio. Não porque perdeu a essência Rock'n Roll, como alegam alguns, até mesmo porque o evento nunca teve esta essência. Na primeira edição se apresentaram Alceu Valença, Elba Ramalho, Ivan Lins, Moraes Moreira, Ney Matogrosso, Erasmo Carlos entre outros do mesmo naipe.

Não vou porque não sou fã de música e acho um abuso a entrada custar R$190 com toda infraestrutura feita pela prefeitura, milhões de reais nossos. O ônibus custa R$35, que irão para o bolso da Fetranspor, que todo mundo conhece. Quem optar por outra forma de condução vai precisar andar dois quilômetros. Isso sem falar nos preços exorbitantes da cerveja e lanches lá dentro.

Pior que isso é vender a imagem de que é possível construir um mundo melhor indo ao Rock in Rio. Os adolescentes sem cabeça presentes se acharão os verdadeiros guerreiros, quando na verdade estão apenas enchendo o bolso de meia dúzia com muito, muito dinheiro.

Abaixo uma paródia da música contra as drogas no Rock in Rio, que, aliás, tem como um dos patrocinadores uma indústria de bebidas.

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