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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Entenda a crise mundial


Tradução da crise do subprime

É assim ó:

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F,cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu.

Se todos os clientes caloteiros do Seu Biu resolvessem pagar suas dívidas , a soma total seria de R$ 470,32 , mas o Banco Central vai ter que injetar no mercado algo em torno de R$ 123.525.183,21 para salvar alguns fundos de investimenos que não possuem capital para honrar os seu compromissos referentes aos clientes caloteiros do Seu Biu, evitando assim uma grave crise sistêmica no mercado financeiro .

Pronto é isso

Recebi por e-mail, sem o nome do autor.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Quem é que vai pagar por isso?

Excelente texto da Martha Medeiros que recebi por e-mail. Muito esclarecedor e de acordo com singela experiência está certíssimo.

Já que o Blog Guia Ilha do Governador – Alternativo! dá sempre dicas de restaurantes no bairro (estou deixando a desejar, eu sei), nada melhor também do que oferecer dicas de etiqueta e comportamento, mesmo elas sendo de conhecimento subjetivo da maioria das pessoas (é claro, sempre tem um obtuso).

Quem é que vai pagar por isso?

Foi com surpresa que me deparei outro dia com um costume que eu jurava não existisse mais. Estava jantando num restaurante com meu namorado quando o garçom trouxe dois cardápios para a mesa. Ambos listando todos os pratos da casa, mas o meu, sem os preços.

Quem deve pagar a conta, afinal? Como se houvesse uma resposta única para uma questão tão complexa. Vamos resolver isso de uma vez por todas: no caso de ser apenas um casal de amigos, cada um paga a sua parte, a não ser que um queira fazer uma gentileza para o outro. O outro, elegantemente, retribuirá numa próxima vez.

Terminada a sessão amigos, vamos ao que interessa: encontros amorosos, sexuais ou matrimoniais. Queridas feministas, fiquem fora disso.

- Se o homem convidou a mulher para jantar pela primeira vez, ele paga. Não tem acordo.

- Se o homem convidou a mulher para jantar pela segunda vez, paga de novo. Se está meio duro, que a convide para um lugar modesto, sem problema.

-Se esses jantares evoluíram para um namoro, ninguém mais está convidando, eles simplesmente combinaram de comer alguma coisa depois do cinema, então ela pode começar a pagar de vez em quando.

-Se ele andou aprontando, sendo grosseiro, ou pisando na bola, podem estar juntos há 20 anos: ele paga. Caro.

- Se ela andou aprontando, sendo grosseira ou pisando na bola, ele paga também, para que ela não pense que as coisas se resolveram assim tão facilmente, com uma continha de restaurante.

- Se ele não tem um tostão, está desempregado, quebrado, falido, mas compensa sendo um cara sensacional, ela paga quantas vezes for preciso (mas torcerá, em silêncio, para que essa situação seja passageira).

-Se ela não tem onde cair morta, mas é tão doce que faz questão absoluta de pagar pelo menos uma vez na vida, ele a leva para comer um cachorro quente e permite que rachem a conta.

- Se os dois são milionários, ele paga.

-Se os dois são duros, estão fazendo o que num restaurante?

-Se o casamento está em crise, ele paga. Era só o que faltava fazê-la chorar e arcar com a conta ainda por cima.

-Se o casamento está em plena lua de mel, ele paga. E vai achar barato.

-Se ela é uma deusa e ele um medonho, ele paga.

-Se ele é um gato e ela um tribufu, nada muda, ué: ele paga.

-Se ele é um gato, um papo ótimo e uma cama melhor ainda, ela cozinha em casa para ele e nunca mais o deixa escapar.

- Se ele é grosso, ignorante e mal educado, ela paga a conta e pede licença para ir ao toalete, quando na verdade vai pegar um táxi para casa e providenciar a troca do número do telefone.

-Se você não se encaixa em nenhuma dessas situações, ele paga.'

Martha Medeiros

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Recolocação profissional

Decadentes disputam vagas para vereador:











A única notícia boa é que a maioria concorre em São Paulo. Aqui no Rio não vi nenhuma bizarrice dessa.

Izidoro Silva.

sábado, 6 de setembro de 2008

Professor nervoso

No vídeo a seguir, o professor de biologia destrói o celular de uma aluna que insiste em tocar durante a aula.



Só espero que o professor de biologia em questão seja melhor que o de português. Reparem no texto do título do vídeo e na descrição:

Título: Prof. Luiz Mauro. o extressado

Descrição: Prof. Luiz Mauro de biologia sempre passiente com seus alunos..uahauaa

Via Gordonerd.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Curta de animação

Pessoas,

Vejam o projeto final da minha digníssima cunhada:



10 foi pouco. Acho que a UFRJ deveria criar mais uma categoria de nota para fazer jus ao que foi apresentado (nossa, depois dessa o saco tá arrastando no chão).

Meu nome é "Enéias"

Gostaria de saber se esse circo de horrores que é a política no Brasil encontra semelhantes personagens em outros países. O candidato abaixo ficou famoso em todo o Brasil, que com barba postiça, se passava por filho do falecido Enéas. Assista, é muito engraçado.



O pai dele é Osvaldo Enéas Nantes Soares, que foi vereador pelo Prona de 1997 até 2000. Mentindo ele não estava, mas sua candidatura foi impugnada pelo TRE.

Me lembrou aquele filme com Eddie Murphy, Um Distinto Cavaleiro, em que sua personagem (isso mesmo, no feminino) possui um nome parecido com o de um congressista morto e acaba se elegendo.

Vi em vários lugares e no Gordo Nerd.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Show japonês


O Japão é origem de várias bizarrices televisivas, mas também tem coisas bacana. Esse número é semelhante ao famoso vídeo Ping Pong Matrix.


terça-feira, 22 de julho de 2008

Destak Rio

Está circulando no Rio a versão carioca do jornal Deskat. O jornal existe há dois anos em São Paulo e duas semanas na capital carioca. É distribuído gratuitamente nos principais sinais do Centro e Barra.

Muito bacana, textos pequenos e uma linguagem diferenciada. E gratuito, demostrando a tendência dos provedores de conteúdo como jornais e sites da internet em distribuirem informação sem custo para o cliente, se sustentando somente com a publicidade.

Quando você ver os promotores distribuindo o Destak num sinal, não deixe de pegar um exemplar.

A tira acima foi retirada de uma edição.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Teste subliminar


Muito bacana este teste. Comigo funcionou. Precisa de uma caneta e conhecimentos de inglês.