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sábado, 22 de agosto de 2020

O que quer dizer Guarabu?

Estou com um canal no Youtube, o 21 Gramas. Neste vídeo, falo o que significa Guarabu, um dos morros da Ilha do Governador.

Aproveita e se inscreve no canal.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Como funciona a vidência?

Postagem de 2009, mas ainda muito atual, infelizmente.

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Há muito tempo atrás uma amiga foi numa vidente e me contou a experiência. Fiquei impressionado com a quantidade de coisas que ela falou, fiquei me perguntando como alguém pode saber tanto a respeito sobre a vida de outra pessoa somente lendo cartas.

Com o passar do tempo, lendo matérias sobre o assunto e ouvindo outros relatos, percebi o que realmente aconteceu com minha amiga. A vidente fala coisas vagas e quem atribui significado é a outra pessoa. O nome disso é falsa memória, uma memória criada por sugestão.

Os videntes também utilizam técnicas de leitura a frio, que consiste na identificação dos sinais não verbais que as pessoas emitem, como a roupa que está vestindo, gestos, marcas no corpo etc. Outra técnica é o uso de afirmações que são válidas para todas as pessoas ou para pessoas dentro de um determinado perfil.


Há alguns anos o Fantástico realizou uma série de reportagens chamadas Operação Bola de Cristal, que consistia no treinamento do ator Osvaldo Mil pelo mágico Kronnus e o psicólogo e parapsicólogo Jayme Roitman nas técnicas utilizadas pelos videntes. Depois de seis meses de treinamento, uma platéia de 40 voluntários foi colocada diante do ator, que foi apresentado como o vidente Ângelo.

O falso vidente fez todo um mise en scene e foi escolhendo pessoas da platéia para fazer a leitura. Nove foram escolhidos e todos ficaram impressionadas com o poder do ator, fazendo afirmações do tipo: "parece que ele me conhece desde criança". Uma mulher, mesmo depois da explicação de que se tratava de um ator, continuava acreditando na experiência.

Assista os episódios abaixo, vale muito assistir:








Não se deixe enganar. Prever o futuro é charlatanices.

sábado, 26 de maio de 2012

Verde Otário


Na medida do meu poder aquisitivo, sempre dou preferência a produtos responsáveis, nacionais e orgânicos, mas quase tudo que consumimos possui algum tipo de exploração na sua cadeia produtiva, do meio ambiente a trabalhadores em países pobres. Impossível não colaborar de alguma forma com este sistema de merda. O computador no qual escrevo este texto foi produzido na China, assim como muitos dos demais equipamentos que uso no meu cotidiano, além as roupas importadas da Renner. Nossos alimentos também entram na lista, com uso indiscriminado de agrotóxicos, transgênicos e animais criados em confinamentos. 

É muito alto o preço pago para que famílias de classe média mantenham o padrão de vida, com seus smartphones e bacon barato. Na verdade, quem paga boa parte deste preço é a natureza e trabalhadores explorados na Ásia.


Pouco tem sido feito com relação a isso, e, para piorar, alguns canalhas aproveitadores fazem a chamada Maquiagem Verde, que é fingir que realizam ações sustentáveis quando na verdade estão enganando os consumidores. Um exemplo está no vídeo abaixo, com o Grupo Pão de Açúcar vendendo "ecobags" feitas no Vietnã, país que promove trabalhos forçados. Sem falar que a bolsa vem do outro lado do planeta, consumindo grande quantidade de combustível de navios e caminhões para chegar até aqui.

Uma bolsa verdadeiramente ecológica deve ser produzida por comunidades locais, através de cooperativas que utilizam, preferencialmente, materiais reciclados.

Não se deixe enganar. Parar de consumir esses produtos é impossível (pelo menos por enquanto), mas podemos prestar um pouco mais de atenção e evitar cair nestes engodos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sobre a soja

Depois do carnaval do ano passado, resolvi perder peso. Olhando as fotos, percebi que não dava mais para continuar daquele jeito. Nunca fui gordo, mas estava com uma barriga saliente e hábitos não saudáveis, e meu corpo cobraria se continuasse me alimentando de forma errada e sem praticar exercícios físicos.

Desde então comecei a fazer pequenas mudanças. Inicialmente deixei de comer dois acarajés da Ciça na sexta, depois deixei de comer dois pastéis da feira. No almoço, abandonei a pensão da Tia e passei a ir a um quilo. Em agosto comprei uma bicicleta e cada dia que passa adoto mais um novo hábito. Agora, tenho consumido bastante soja no lugar da carne. Estou fazendo diversas receitas, que com arroz, macarrão e pães integrais me fornecem a proteína e fibras que preciso com pouca gordura.

Mas com o plantio da soja vem o desmatamento da Amazônia, grilagem, violência, mortes, conflitos. Pequenos agricultores que se recusam a vender suas terras para a agroindústria são assassinados e suas casas são incendiadas. Com as madereiras e a pecuária, a soja é campeã em trabalho escravo e assassinato de trabalhadores.

Muitos dos produtos que consumimos são fruto de algum tipo de exploração. Calçados na Nike, camisetas da GAP, brinquedos da Disney e iPhones são apenas alguns exemplos, que utilizam trabalho semi-escravo em países em desenvolvimento. Frutas e legumes com agrotóxicos, carne com anabolizantes.

É minha gente, tá difícil.

O documentário abaixo fala sobre a soja e todas as mazelas que sua plantação tráz para a natureza e os trabalhadores da Amazônia.


sábado, 17 de março de 2012

Barbárie no Rio de Janeiro

O vídeo abaixo é uma das provas de que vivemos numa cidade onde a barbárie já é vista como algo natural. É simplesmente assustador.

Depois de muito esperar um ônibus com acesso a cadeiras de rodas, o cadeirante teve que aguentar os gritos de agressão dos demais passageiros por ele estar atrasando a viagem, diante da dificuldade do motorista em operar o equipamento. Ao invés de ficarem indignados com a situação na qual aquele cidadão se encontrava, eles o agridem verbalmente.

Clique na imagem para ser redirecionado para o site do Jornal Nacional e assistir o vídeo

Vejo isso diariamente. Moro na Ilha do Governador, trabalho no Centro e faço um curso em Botafogo. Durante toda a semana utilizo minha bicicleta nestes trajetos, integrando com o transporte coletivo, e sofro com o desrespeito de alguns motoristas que acham que estou atrapalhando o trânsito. Estou fazendo minha parte para melhorar a situação caótica na qual a cidade se encontra e sou hostilizado. O pior é que muita gente ainda acha que rua não é lugar de bicicleta, que é perigoso demais. Não é para ser perigoso, e devemos nos mobilizar para que deixe de ser, e não aceitar a barbárie com que nossos semelhantes se tratam como natural e imutável.

Amo muito o Rio de Janeiro e continuarei semeando o respeito ao próximo e a busca de soluções sustentáveis para que a vida melhore.


domingo, 11 de março de 2012

Reforma do quiosque do Moreno

O Facebook está prejudicando o Ilhados, tenho postado coisas lá e deixando aqui de lado. Já curtiu? www.facebook.com/ilhados.

Enfim, segue o quadro do programa O Melhor do Brasil que reformou o quiosque do Moreno na Praia da Bica.

sábado, 3 de dezembro de 2011

#BrasilSemDrauzio e #HolocaustoVegetal

Assisto pouca televisão. Sempre deixo a TV no quarto ligada, mas fico no computador ou fazendo outras coisas. Os programas e seriados que gosto costumo baixar da internet.

Um que tenho gostado é o Agora é Tarde, do Danilo Gentili, integramente disponível no Youtube. Os dois trechos abaixo são geniais, tirados de um mesmo episódio. O primeiro é o Holocausto Vegetal, uma crítica aos chatos de plantão que enchem o saco alheio por se acharem superiores àqueles que comem carne.

O segundo é a campanha #BrasilSemDrauzio, famoso médico que fica se metendo na vida dos outros tentando mudar nossos hábitos. 

Assistam porque vale a pena. Gostei muito.



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Cemitério dos Pretos Novos

A região portuária do Rio, depois de décadas de abandono, está passando por grandes reformas. Ruas estão sendo alargadas, calçadas refeitas, problemas com alagamentos solucionados, novo mobiliário urbano, ocupações removidas entre outras coisas. Já falei aqui sobre o Cais do Valongo, ponto de chegada de mais de um milhão de escravos africanos. Nenhum outro lugar do mundo recebeu tantos escravos quanto esse cais, que em breve será um museu.

A travessia do Oceano Atlântico demorava algumas semanas, e muitos negros morriam diante das péssimas condições do transporte. Os mortos durante o trajeto eram jogados no mar, e os que chegavam debilitados passavam por uma quarentena, recebendo uma alimentação um pouco melhor para que pudessem ser recuperados e vendidos ao longo da Rua do Valongo, atual Camerino. Os que não conseguiam melhorar durante a quarentena eram enterrados no Cemitério dos Pretos Novos, localizado durante a reforma de uma casa na Rua Pedro Ernesto em 1996. 

Os corpos eram esquartejados e depois queimados, para que ocupassem menos espaço. Estive lá há algumas semanas e conheci o centro cultural erguido para que esse período tão triste da história brasileira não fosse esquecido. Os donos da casa onde foi feita a descoberta, Petrucio Guimarães e esposa, são os principais mantenedores do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, que, assim como diversas outras instituições culturais do país, carecem de recursos e patrocínio para expansão de suas atividades.

O cemitério funcionou até 1830, ano em que o tráfico se tornou ilegal. Mas antes disso, recebia diversas reclamações dos moradores do entorno, diante do cheiro e pestes causadas pelo sepultamento precário e desumano.

Trecho com ossos a mostra a apenas poucos centímetros da superfície
Recomendo o passeio ao Sítio Arqueológico Cemitério dos Pretos Novos. A visita é gratuita e é possível pegar material informativo que conta com mais detalhes essa história. Visite o site e saiba mais:  www.pretosnovos.com.br.

Cais do Valongo: Sangra da Terra

Ainda sobre o assunto, também assisti o documentário Cais do Valongo: Sangra da Terra. Assista abaixo o trailer.

Acho importante divulgar essas informações. A Região Portuária possui um histórico riquíssimo e espero que essas obras contribuam para que não seja esquecida.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Vereador José Everaldo no #CQC

Olha aí gente, o vereador José Everaldo passando vergonha no CQC. Fico impressionado com que nossos representantes no legislativo fazem, propondo projetos que não ajudam em nada a vida dos munícipes.

Infelizmente exemplos não faltam. O vereador Eduardo Moura apresentou uma Lei para mudar o nome de uma rua no Rio de Janeiro em homenagem a um radialista. A família indicou a Ituá, no Jardim Guanabara, e os transtornos desta alteração são muitos: mudança de contas, escrituras, notas fiscais, contratos sociais, mapas, etc. Não é só um transtorno, também é um gasto, visto que muitas dessas alterações são feitas em cartório e órgãos da prefeitura. 

Existe uma página no Facebook contra a mudança do nome da Rua Ituá. Curta e envie uma mensagem para ele: www.dreduardomoura.com.br. Saiba mais aqui.

Dei uma olhada nos projetos apresentados pelos dois citados parlamentares. Entre os do José Everaldo estão a criação da segunda sem carne nas escolas  muncipais, do dia do vegano e do banho de mar a fantasia (saiba mais). Já Eduardo Moura gosta de mudar nomes dos logradores da cidade. Entre muitas alterações, quer também declarar o Rio cidade irmã de São Luiz do Maranhão e de Santa Cruz Cabrália, Bahia, e declarar person non grata Cesare Battist (saiba mais).

Parece piada.

Veja o vídeo do José Everaldo abaixo:

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Circo Spadoni

Adoro circo. Toda vez que algum vem para a Ilha do Governador eu vou com minha digníssima e minha mãe. O Circo Spadoni está no estacionamento da Portuguesa. Até quando eu não sei, mas ainda dá tempo de assistir.

O ingresso custa R$20,00 (adultos) e R$10,00 (crianças).

Abaixo algumas fotos e um vídeo que fiz da apresentação. Muito divertido.






Veja aqui como foi o Big Brother's Cirkus, que ano passado também esteve em terras insulanas.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Lobisonho da Montanha

Num feriado prolongado qualquer, numa casa no meio de um belíssimo vale em Petrópolis, fizemos um filme de terror: O Lobisonho da Montanha. O casal que abre a fita sou eu e minha digníssima.

Estávamos bêbados. Muito bêbados. Extremamente bêbados. Texto e direção da minha digníssima.



Taquiupariu! Como eu era esquisito. Fico tentando saber como consegui arrumar uma mulher tão bonita quanto minha digníssima. Mentira, eu sei porque: sou inteligente, engraçado, companheiro, culto ...

O filme foi rodado em VHS. Recentemente digitalizado e editado por André Gribel, da Rádio Inter Top.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Muito orgulho

Prezados,

Esta é minha linda e talentosa cunhada, irmã da minha digníssima. Babem, podem babar muito:



Dia 11 de novembro tem show no CCBB, entrada apenas R$6,00 (inteira).

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Eu sou filho do diabo

Silas Malafaia chama blogueiros de filhos do diabo, instrumentos de satanás para perturbar a fé e a igreja. E ele é profeta.

Então tá.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Eu Acho que Eu Estou Perdendo Você

Mais um vídeo do talentoso insulano Vitor Alli. Depois de Como Fazer um Curta Experimental, Cult e Pseudo-intelectual e Gorette Gourmet Show, ele apresenta Eu Acho que Eu Estou Perdendo Você.

No filme minha ex digníssima interpetra a zumbi.

Assista, curta, divulgue!


Eu Acho que Eu Estou Perdendo Você por vitoralli no Videolog.tv.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Babaquice politicamente correta

Que o Conar é uma piada todo mundo sabe (principalmente depois do recente caso com o Instituto Alana), mas vez por outra eles recebem uma bomba. Um grupo de mulheres mal amada entrou com representação no órgão (ui) pedindo a retirada do comercial da Skol abaixo do Youtube, veiculado na televisão em 2004!

Acho pouco provável que elas consigam alguma coisa. De qualquer forma, já baixei o vídeo para postá-lo novamente caso ele saia do ar.

Segue o comercial e sim, acho que isso é falta de p!(/\.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Como não fazer jornalismo

O jornalismo brasileiro está sempre pregando a imparcialidade da notícia. É só parar e assistir comerciais dos veículos de comunicação que esta palavra, imparcialidade, é muito empregada, mas a gente sabe que não é assim que a banda toca.

Veja a reportagem abaixo e me diga o grau de "imparciliade" que ela apresenta.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Cláudio Wendell


No caderno Ilha dos jornais O Globo e Extra de ontem foi publicada uma matéria sobre o Cládio Wendell, artista que faz apresentações dentro dos ônibus cariocas. Ele é mineiro e mora na Lapa, mas tem grande ligação com a Ilha.

Conheço a figura, temos vários amigos em comum, e ano passado convidei-o para dar uma palestra no meu trabalho (foto acima). A apresentação dele é sensacional, todos os passageiros, que no início não reagem muito, acabam rindo às gargalhadas depois de poucos minutos.

Obviamente ele já passou por diversas situações curiosas. Certa vez acharam que o ônibus estava sendo assaltado e diversos policiais cercaram o veículo. Em uma outra ocasião ele e os passageiros receberam com aplausos dois assaltantes que ficaram constrangidos e foram embora sem levar o dinheiro de ninguém.

Ele já foi no Jô Soares e abaixo você assiste trechos da entrevista e outras matérias.



domingo, 10 de abril de 2011

Reflexões sobre o trabalho

Quando eu conto, muita gente não acredita, mas a Nike utiliza mão-de-obra semi-escrava e infantil na fabricação de seus tênis. Um caso que ganhou projeção internacional (menos aqui no Brasil) foi a descoberta de maus tratos físicos sofridos pelas trabalhadoras numa fábrica no Vietnã na década de 90. Em 2007 houve uma greve de fome por maiores porções de comida.

Outras marcas de calçados, roupas e eletrônicos também crescem a custa de empregos degradantes e baixos salários. Poderia ficar aqui o dia inteiro dando exemplos, mas só para citar mais um recente, trabalhadores da fábrica do iPhone estavam se matando por causa das péssimas condições de trabalho.

Não precisa ir muito longe. Aqui no Brasil é só ver a condição dos cortadores de cana e dos operários das obras do PAC.

Por conta disso vou contra a maré e não sou consumista. Os meus tênis estão velhos e furados, mas só vou comprar outro em julho, quando completará um ano desde a última vez que adquiri um. É um absurdo um tênis durar apenas 5, 6 meses.

Não sou um ativista anticorporação, mas tenho todos os livros da Naomi Klein e outros autores que desvendam o que existe por trás do capitalismo. Assisto vários documentários sobre o trabalho nos países do terceiro mundo. Não uso grandes marcas, não coloco um tênis da Nike ou Rebook nos pés nem me pagando. Dou preferência as marcas nacionais e mercadorias baratas.

É claro que é impossível viver sem utilizar produtos da China, mas tento fazer minha parte comprando somente quando necessário. Mesmo os made in Brazil são apenas montados aqui, já que possuem componentes fabricados em diversos países.

Essa pequena introdução foi apenas para contar que depois de quatro anos e 3 meses meu celular parou de funcionar, mas estranhamente agora ele voltou a dar sinal de vida. Não será hoje que terei que abrir a carteira para abastecer esse sistema que cria produtos para durarem até dois anos, nos obrigando a comprar mais e ajudar a destruir o planeta.

Os dois vídeos abaixo são obrigatórios: A hisória das coisas e a história dos eletrônicos, de Annie Leonard.



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Roteiros Geográficos do Rio

Flainando pela internet me deparei com os vídeos abaixo, integrantes do Programa Campus, realizado por estudantes de comunicação da Uerj e com direção da amiga Verônica Dalcanal.

Não vou me alongar muito, mas todo mundo conhece minha paixão pela Mui Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, expressa neste espaço, principalmente na seção Rio Antigo. Saio por aí visitando lugares históricos, fotografando e eventualmente publicando aqui. Agora tenho mais uma motivação para fazer isso, os passeios guiados coordenados pelo professor da Uerj João Batista Ferreira de Mello.

São gratuitos e freqüentes, e já me inscrevi para o próximo, quarta-feira, 6 de abril. Visite o blog do Roteiros Geográficos do Rio, leia a programação e inscreva-se também. Vou tentar gravar algumas imagens para mostrar para vocês.

Assista agora o programa 213 do Campus, sobre os roteiros históricos da cidade, em três partes.