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segunda-feira, 10 de junho de 2019

Casa Porto

Estive na inauguração da Casa Porto há seis anos, empreendimento do amigo Raphael Vidal, com quem dividi uma casa no Morro da Conceição por dois anos depois que saí da Ilha. Localizada no segundo andar de um sobrado no Largo São Francisco da Prainha, Região Portuária, começou como um centro cultural onde eram realizadas exposições, oficinas, debates entre outras atividades. Fui o convidado de um desses eventos, Arte do Encontro, que chamava algumas pessoas para falar sobre suas trajetórias.

Há pouco o espaço se reinventou e virou botequim. Um dos melhores. Com uma cozinha criativa, faz releituras de pratos clássicos da baixa gastronomia. Esse ano participou do Comida di Buteco com o Bololô, uma torta salgada em formato de bolo de aniversário feito com creme de mandioquinha e linguiça.

Coxinha de pernil. Fonte da imagem
Gostaria de citar alguns destaques da cozinha:

Almoços diários: incluem entrada, um prato principal (apenas duas opções, uma delas vegetariana), sobremesa e, na maioria das vezes, refresco. Tudo por vinte reais;

Moelossauro: hambúrguer de moela com polenta cremosa, picles de maxixe e geleia de pimenta. R$20.

Coxina de pernil: feita sem massa, empanada na panko. Acompanha com barbecue caseiro de abacaxi. Aliás, todos os bolinhos, como o de feijão tropeiro com azeite confitado e a patanisca de sardinha com maionese de limão.

O cardápio costuma variar e vez por outra um chefe convidado comanda a cozinha. Durante o mês de junho a casa está oferecendo um cardápio especial junino inspirado nas festas de São João.


Os eventos lá não param. São tão variados que fica até difícil listar. Tem desde tradicionais rodas de samba e exibição de jogos de futebol à culto evangélico domingo de manhã. Só acompanhando pelo Facebook.

O ambiente é outra delícia. Tem uma biblioteca livre e totó gratuito. Tente sentar numa das mesas que ficam nas portas da sacada para observar o movimento no Largo da Prainha. Atendimento carinhoso, um lugar de afetos.

domingo, 27 de novembro de 2011

Karekas no Rio Botequim 2012

Em janeiro escrevi esta postagem criticando a edição 2011 do Rio Botequim, guia que descreve os melhores estabelecimentos da cidade e adjacências. Foi uma crítica pesada, na qual contei porque não tinha gostado. Também falei que iniciaria um movimento para colocar o Kareka's no livro e, para minha surpresa, deu certo.

Há alguns meses um dos pesquisadores do guia, que leu minha postagem, foi até lá conhecer, gostou do que viu e prometeu voltar em breve para tirar fotografias profissionais. Realmente voltou e agora é oficial: o Kareka's estará na edição 2012 do Rio Botequim.

Além dos petiscos gostosos, o que chamou a atenção da equipe do guia foi o sistema self service, na qual o próprio cliente pega sua cerveja no freezer. Cerveja, aliás, que é, sem qualquer dúvida, a mais gelada da cidade.

Bolinho de bacalhau com aipim

Estive lá ontem e a casa está totalmente mudada. Com mais espaço interno, completamente lotada, não é mais aquele botequim descrito aqui no longínquo mês de janeiro. Agora é frequentado por gente moderninha, que usa cachecóis coloridos, playboys em carros tunados, música ruim e suas periguetes, famílias do entorno e evangélicos recém saídos do culto. Muito movimento e algazarra que não me atrai. Mas felizmente a comida continua excelente e barata, mesmo depois do aumento dos preços efetuados durante a reforma. Só é preciso não ter pressa, pelo menos nos dias e horários de pico.

Esse tipo de coisa é bem comum acontecer, já ouvi grandes nomes da crítica baixa gastronômica carioca falar a respeito. Depois que eles publicam alguma resenha sobre um bar, o lugar tem seu movimento aumentado e em pouco tempo deixa de ser aquilo que era antes da crítica. Faz parte do processo.

Mas estou muito feliz pelo Carlos e sua esposa Jussara. São dois guerreiros que merecem muito o sucesso que estão fazendo, principalmente por ter ajudado nisso, por ter colocado o Kareka's na lista dos melhores do Rio.


domingo, 16 de janeiro de 2011

Rio Botequim 2011


A primeira edição do Rio Botequim foi lançada em 1998. Tenho todas, mas, obviamente, naquele ano o final da minha adolescência me deixava mais preocupado em beber nos bares do que ler sobre eles. Comprei tudo há uns dois anos, visitando sebos e pela internet.

O guia, que nas seis primeiras edições foi comandado por Paulo Thiago de Mello, ajudou a mudar o conceito destes estabelecimentos na cidade e no Brasil. Botequim era um termo pejorativo, agora bares moderninhos estampam a palavra em seus letreiros. Essa transformação é tão radical que está sendo criticada por aqueles que ajudaram a criar esse novo ambiente, como o Juarez Becoza, Millôr Fernandes, Jaguar e o próprio Paulo Thiago.

A Lapa é o local onde essa nova morfologia pode ser observada. Botequins tradicionais, guiados por portugueses ou nordestinos, com cozinha simples, barata e gostosa, local de encontro dos moradores da região, agora estão sendo substituídos por redes com preços pouco convidativos e que tentam se apropriar do ambiente de seus antecessores, contratando arquitetos famosos, utilizando muito azulejo hidráulico, peças de antiquários e televisões de LCD nos salões. Tudo isso para atrair um novo público que provavelmente não freqüentaria um pé-sujo, mas que se encantou com a atmosfera cult que esses estabelecimentos adquiriram. A Lapa está cada vez mais parecida com certas regiões de São Paulo, como já descreveu Paulo Thiago em outubro de 2009:

O boteco de São Paulo, por exemplo, em geral valoriza o serviço, o atendimento, a qualidade da comida, o ambiente, o banheiro limpo etc. Mas não é um lugar aonde se vai de sandália e sem camisa, bater papo, jogar porrinha, observar a vizinhança passando, a gostosa do bairro, a vizinha chata que reclama do barulho e da bagunça. Não é lugar onde se usa da verve jocosa para gozar os amigos, idealizar projetos, pequenos negócios e revoluções socialistas; criticar o governo, o patrão, a patroa e a sogra etc. Ou seja, o boteco paulistano de grife não valoriza a ambiência, a atmosfera, o ar cosmopolita da cidade. Ir ao boteco em São Paulo é um programa; é como ir ao cinema, ao teatro etc. É necessário se vestir adequadamente. Tem hora pra chegar e sair. No Rio, não é necessariamente assim, embora tenham proliferado nos últimos anos bares com essa característica paulistana, isto é, voltados para o serviço. Nos verdadeiros botequins cariocas, o que está em jogo é o cotidiano, é o botequim da esquina, que liga os fregueses à rua, ao bairro, à cidade. Um clube da esquina.

Voltando ao Rio Botequim, confesso que já estou começando achar sem graça, estou muito mais empolgado com o Guia Carioca de Gastronomia de Rua, que comentarei aqui em breve e que valoriza o texto, a história do ambulante e sua importância cultural na vida da cidade. 

O material gráfico da edição de 2011 segue o padrão do ano passado: texto em português e inglês, capa dura, papel couchê e todo colorido. A diagramação tenta misturar o tradicional com o moderno, e o resultado não é satisfatório. A descrição de cada botequim é muito curta, a letra é pequena e as imagens retratam apenas um pedaço de um prato ou um detalhe do estabelecimento. Muitas fotos recortadas numa mesma página, paisagens do Rio espalhadas e muito espaço mal aproveitado. O resultado é que o clima do bar não é retratado nem através do texto nem da imagem. Muito moderninho, parece que foi feito pelo designer do quadrinho abaixo:

Clique para ampliar
De diferente, só o fato de ter menos bares da Zona Sul e subúrbio com mais representantes, além dos botequins de outras cidades, como Niterói, Petrópolis e Búzios. Também está previsto para este ano o lançamento de um portal na internet, que permitirá interação com o público. Vamos ver.

Pelo menos dois da lista foram inaugurados ano passado e já entraram para o seleto rol dos melhores, como o Cine Botequim e o Imaculada. Na Ilha do Governador, os quatro da edição anterior: Rei do Bolinho de Bacalhau, Pontapé Beach, Petisqueira Martinho e Capitania dos Copos. Este ano vamos iniciar um movimento para colocar o Kareka's na publicação. Mas se não entrar, foda-se! O Guia perdeu completamente o sentido e sua relevância.

Particularmente, gosto mais de quando era feito pelo Paulo Thiago. Eram apenas 50 botequins e sempre trazia outros artigos relacionados, como um breve histórico da região e dicas de apreciação de um bom chope. As fotos tradicionais retratavam o dono do estabelecimento no balcão ou a fachada do local, sem falar na importância que o texto tinha, chegando a ocupar até três páginas inteiras de descrição,  histórico e curiosidades. O Rio Botequim do Paulo tentava resgatar outros aspectos destes queridos estabelecimentos, tais como

um espaço de sociabilidade, uma espécie de clube social da vizinhança, em que aspectos da cultura do bairro e da cidade são reiterados e vínculos de amizade e de identidade social são reforçados em conversas, jocosidades, disputas etc. Onde o pendura aparece como um importante regulador do ciclo de confiança entre fregueses e proprietários, muitas vezes mediado pelos garçons etc. Onde o botequim, como comércio de proximidade, atua como um importante elemento a estimular a vida na calçada e no bairro etc.

Guilherme Studart não tem este objetivo, ele apenas quer listar o maior número de botequins possível e esquece completamente aspectos que Paulo Thiago tentava resgatar. Para os apreciadores do botequim e sua importância cultural, sugiro a leitura do blog dele, o Pendura Essa, e mais especificamente a postagem com os trechos citado acima.

A grande quantidade de bares nas edições anteriores tem reduzido a qualidade do texto, resumido a chavões. Também não consigo entender essas fotos recortadas, que podem até ser interessantes e bonitas mas que não dizem nada!

Clique para ampliar

Enfim, sinto falta do Paulo Thiago (sou muito fã desse cara) no Guia. Para conhecer mais o Omar, dono do botequim que aparece nos quadrinhos, visite o blog do genial Ricardo Coimbra.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Guias gastronômicos

Saiu recentemente a edição 2011 do Guia Rio Botequim, o terceiro escrito por Guilherme Studart. Comprarei meu exemplar assim que estiver disponível para venda na Saraiva ou Submarino, já que tenho todas as oito edições anteriores, desde quando era escrito por Paulo Thiago de Mello.

Gosto muito desta publicação, sem dúvida foi minha principal inspiração para criar o Ilhados, que inicialmente se chamava Ensopado de Caranguejo.

Indo por esta mesma linha, está para sair o Guia Carioca de Gastronomia de Rua. Segundo divulgado para imprensa, deveria ter sido lançado em dezembro, mas até agora nada. Já mandei um e-mail perguntando e não me responderam. Como o nome indica, nele estarão listadas as melhores comidas vendidas nas ruas da cidade. Claro que minha amada baiana Ciça está presente.

Uma das iguarias que pode ser apreciada na Ilha é o sushi do Arnaldo, presente todo sábado na feira da Ribeira, conforme já publiquei aqui.

Enfim, aguardo ansiosamente. Enquanto isso, assistam abaixo o teaser do curta Na Boca do Povo, que será lançado junto com o Guia.



Atualização (5jan): as duas obras já estão disponíveis na Livraria da Travessa: Rio Botequim 2011 e Guia Carioca de Gastronomia de Rua. Comprei ambos.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Daria qualquer coisa para ter sentado nessa mesa (ui)


A partir da esquerda: Jaguar, seu Tuñas, Guilherme Studart (autor dos dois mais recentes Rio Botequim), Paulo Thiago de Mello (autor dos seis primeiros) e Paulo Mussoi (o jornalista por trás do Juarez Becoza), no Cosmopolita.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Rio Botequim 2010

Já tinha comentado aqui sobre os bares insulanos presentes no Rio Botequim 2010. Agora que terminei de ler todo o livro, segue resenha completa.

O Guia está com um acabamento de primeira. Capa dura, papel couchê, todas as páginas coloridas, possui uma versão bilíngue, bem moderninho, uma mistura de revista de arte com site da internet. As fotos, que antes mostravam a faixada do estabelecimento, o garçom mais famoso da casa ou o dono segurando uma tulipa de chope, agora são mais "conceituais", exibindo apenas pequenos detalhes da arquitetura do prédio, uma parte do prato principal, o ambiente meio desfocado, imagens sobrepostas e filtradas, coisa bem contemporânea. Ícones ajudam a identificar a categoria do estabelecimento, que podem ser: adega, armazém e mercearia, restaurante popular, restaurante informal, tradicional, bar, pé-sujo e pé-limpo.

No lugar dos já tradicionais 50 botecos cariocas, agora resenha mais de 200, incluindo municípios da Baixada e interior. Como não ganhou muitas páginas adicionais e aumentou a quantidade de firulas, o texto descritivo foi drasticamente reduzido. Se, em edições anteriores, cada estabelecimento ganhava uma página inteira de texto, nesta mais recente alguns ganharam apenas três linhas. Eu, que também resenho botequins, tinha no texto do Guilherme Studart uma inspiração para tentar escrever cada vez melhor. Uma pena, perdi uma importante referência.

A edição 2010 está mais atemporal, sem os preços dos pratos, que mudam constantemente deixando o guia desatualizado em pouco tempo. Também está mais formal, dando ênfase aos pratos e falando pouco do dono do estabelecimento, da cozinheira, histórias do lugar.

Essas mudanças me deixaram entediado quando cheguei no meio do livro. Ficou com cara de guia mesmo, quase uma Página Amarela, e, tirando o Rain Man, ninguém pega uma Página Amarela e senta para ler do início ao fim. Ele é utilizado para consultas, e foi nessa direção que o Rio Botequim 2010 caminhou.

Claro que todas essas alterações foram feitas para justificar uma nova edição, que precisa trazer alguma novidade em relação à anterior. Mudar a fórmula do guia foi a opção escolhida pela produção, mas, na minha opinião, não foi a melhor solução. Minha sugestão seria utilizar botequins inéditos, que já não tenham sido resenhados nos anos anteriores. Material para isso é o que não falta.

Assim como bares tradicionais estão dando lugares a bares moderninhos, com arquitetos famosos contratados para reproduzir o ambiente dos antigos botecos, o Rio Botequim 2010 também se modernizou, tal qual os estabelcimentos que tão bem retrata. Sinal dos novos tempos.

Deixo aqui um recado para o Guilherme: você precisa experimentar o pastel de carne assada do Kareka's e a costela no bafo do Canto do Periquito, que é um trailler na beira da praia da Ribeira, bem ao lado do Pontapé Beach. Quando for lá, favor, me avisa.

Compre o Rio Botequim 2010 aqui.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Rio Botequim 1999



Final de ano tranqüilo no trabalho dá para esticar o almoço e flainar pelas ruas do centro da cidade. Foi num desses passeios que hoje comprei o Rio Botequim 1999 em um sebo. O mundo era um pouco diferente e muitas coisas aconteceram neste não tão distante ano:

- Terminei o segundo grau;
- Os telefones só tinham sete dígitos;
- O preço médio do chope era de R$1,50;
- Nascia o hexabilionésimo habitante da terra;
- Um mega blecaute no Brasil iniciava a fase de racionamento de energia;
- A AMBEV foi criada;
- Entra no ar a Rede TV!;
- Morre Jerzy Grotowski;
- A aspirina completa 100 anos.


(parênteses: a versão de 2010 do Rio Botequim acabou de ser lançada, com quatro bares da Ilha, conforme já contentei nesta postagem)

A segunda edição do agora tradicional guia de botequins cariocas trouxe duas novidades: a eleição das melhores casas pelo público (10 mil pessoas votaram) e um artigo sobre a região portuária (Saúde, Gamboa e Santo Cristo), sua história e seus respectivos representantes da baixa gastronomia.

Ainda não esmiucei a edição de 1999, mas já percebi que condizia mais com a proposta de ser um guia de BOTEQUINS. Atualmente muitos restaurantes, alguns caros, constam nas páginas do roteiro.

Claro que nosso insulano O Rei do Bolinho de Bacalhau não poderia ficar de fora. Lá está a foto do seu Sebastião todo pimpão, com colheres em punho, preparando o mais famoso petisco das terras da além Linha Vermelha. Não posso deixar de citar um trecho da descrição do estabelecimento:

(...) vale a pena atravessar a cidade e vir almoçar no Rei, num sábado ou domingo. E aproveite para passear pelo bairro, que tem o charme de uma cidade do interior.

Acho que a Ilha do Governador nunca vai perder este estigma de cidade do interior. Que bom.

Ah, já ia esquecendo. Jerzy Grotowski foi um famoso diretor teatral polonês.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Rio Botequim 2010

Foi lançado semana passada o guia Rio Botequim 2010, escrito pelo economista Guilherme Studart. Sou fã do cara: economista executivo do Banco Central, profundo conhecedor de vinhos, música clássica e botecos. Ele sabe abrir uma garrafa de espumante com um sabre, habilidade conhecida por poucos.

O guia 2010 possui algumas novidades: pouca repetição de botequins que apareceram nos guias anteriores e inclusão de estabelecimentos de outros municípios próximos ao Rio.

Quatro botequins da Ilha do Governador entraram nesta edição. Seguem comentários deste humilde blogueiro:



Estabelecimento presente em todos os guias da baixa gastronomia carioca, famoso por seu bolinho que não utiliza farinha, preparado diante dos clientes à moda portuguesa, ou seja, enrolado com duas colheres e sem contato manual. Leia esta postagem que escrevi quando estive lá.

É o único botequim do bairro que constou no guia anterior. O outro foi o Siri do Galeão, sabiamente excluído, já que é um restaurante e não um botequim.

Avenida Paranapuã, 1.317 - Tauá. Telefones: 2491-7726


O Pontapé já foi um dos melhores botequins da Ilha do Governador. Com pouco tempo de aberto conquistou rapidamente a crítica especializada e entrou para o rol das melhores casas do Rio.

Há pouco tempo mudou para uma casa de praia na praça da Ribeira e a coisa degringolou. Apesar do Guilherme dizer que o lugar não perdeu suas características, eu e meus amigos dizemos que o Pontapé está morto. Não sei se os problemas foram conseqüência dos ajustes advindos da mudança, mas o pagodinho em alto volume fez com que eu dificilmente tenha vontade de lá voltar. Leia postagem aqui.

Praia da Ribeira, 63. Telefone: 2467-6954

Capitania dos Copos

Esse restaurante é ótimo, um dos poucos em que você pode ir de barco, já que possui um cais. Experimente ir lá num diz de sol e sentar em uma mesa no pier. A decoração parece saída de um filme ou do desenho do Bob Esponja, com motivos náuticos.

Caldeirada, porções de peixes diversos, camarões e diversos outros frutos do mar compõem o cardápio. A última vez em que lá estive ainda vendia Guaraná Jesus.

Fica na Tubiacanga, prá lá do aeroporto.

Praia de Tubiacanga, 24. Telefone: 3368-9498.

Petisqueira Martinho

Seu Martinho abriu sua peixaria há mais de quarenta anos, e há dois a família abriu a petisqueira logo ao lado.

Só estive lá uma única vez, numa noite chuvosa. Bebi alguns chopes e comi um dos pratos mais famosos da casa, o camarão crocante. Muito bom.

Praia do Jequiá, 33 - Ribeira. Telefone: 3298-5518