quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sônia Baiana

Não tenho muitas pretensões na minha vida, mas uma delas é conhecer todas as baianas de acarajé do Rio. Sei que é uma meta difícil de alcançar, mas paro toda vez que sinto o cheiro do azeite de dendê na rua.

Já falei aqui sobre a Pedra do Sal, local onde surgiu o samba e palco de diversas rodas ao longo da semana, e foi lá que conheci a Sônia Baiana. Ela é uma simpatia, engraçada, de bem com a vida, com um pequeno pote de barro onde coloca acarajés oferecidos aos seus santos de devoção. Em seu tabuleiro, criança que não pode pagar também come, faz parte da tradição.


Apesar de todo bom humor, o acarajé deixou um pouco a desejar. Sei que em dias de grande movimento o famoso bolinho fica mirrado mesmo, talvez tenha sido este o motivo do tamanho diminuto. Mas mesmo assim o tempero não estava do jeito que eu gosto, achei fraco.

Ela estava numa nova roda de samba que vai rolar toda quinta e sexta na Pedra do Sal, mas não ficará permanentemente lá. Seu ponto certo é toda segunda, também na Pedra, na feira da Lavradio e no chorinho aos domingos da Praça São Salvador.

Quem quiser conhecer um pouco mais a Sônia pode acessar seu site: www.soniabaiana.wordpress.com

O meu acarajé preferido continua sendo o da Baiana Ciça, na Praça XV, toda terça, quinta e sexta. E 10 de dezembro vai acontecer o II Festival do Acarajé da Baiana Ciça. Em breve publicarei mais notícias.

Em tempo: roda se samba Bohêmios Porto da Mauá (sic), toda quinta e sexta com o Grupo Sou Raiz. A partir das 18 horas na Pedra do Sal. Informações: 2233-6460

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