sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sobre saúde (a sua e a do planeta)


Tenho muito respeito por tudo que como e, principalmente, por todos aqueles que cozinham para mim. Simpatizante do slow food, movimento contrário ao fast food e que prega que o momento da refeição deve ser de tranquilidade e prazer, que valorize produtos artesanais produzidos localmente, tento me alimentar da forma mais responsável possível.

Uma das coisas que comecei a fazer é evitar carne. Isso significa que a proteína animal só entra no meu cardápio, muitas vezes, nos finais de semana, numa mesa de bar em forma de petiscos com amigos. A produção de carne emite mais gases nocivos ao meio ambiente do que os veículos motorizados.

Evito a soja da mesma forma que faço com a carne, já que a produção deste grão é o maior responsável pelo desmatamento da Amazônia e pelo uso de agrotóxicos. Parece bobagem, mas existem previsões de que 2015 será o ano mais quente já registrado, e a produção de alimentos tem forte impacto nisso, inclusive na falta de chuva que recentemente se abateu sobre São Paulo.

Isso sem levar em consideração a crueldade com os animais. Os bichos são criados em sistema de confinamento, a fazendinha que estampa as embalagens dos produtos é mero produto de marketing.

Tento fazer com que minha alimentação seja composta por ingredientes frescos, frutas, legumes e verduras, de procedência nacional, arroz e feijão. Eventualmente compro orgânicos, mas é difícil ir à feira da Glória aos sábados e não se sentir roubado pelos altos preços.

Claro que não sou radical, como alimentos industrializados vez por outra, assim como refrigerante, mas me esforço em ter um consumo mais consciente.

Além de ser melhor para o planeta, isso tem impacto na  minha saúde também. Passei dois anos sem tomar nenhum tipo de medicamento, nem uma aspirina, porque simplesmente não fico doente. Tenho uma dor de cabeça vez por outra, um princípio de inflamação na garganta e só. As atividades físicas que pratico contribuem também para o fortalecimento do corpo.

O vídeo acima mostra dois futuros possíveis. O da esquerda um senhor que ao longo da vida se alimentou de forma saudável e praticou atividades físicas. O da direita fez escolhas opostas. Me diga uma coisa: qual dos dois você quer para sua velhice?

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